
Documentário, 24 min., 2012
Direção: Werner Salles Bagetti
SINOPSE
Legba, Bará, Eleguá, Tranca-rua, diabo, capeta… Exu é um dos orixás mais controversos da cultura afro. Interpretado muitas vezes como o diabo pelo catolicismo é constantemente associado ao mal em diversas leituras, até mesmo por alguns autores umbandistas do passado. Porém, o significado do mito Exu, tanto para a Umbanda, quanto para o Candomblé, vai muito além de tudo isso.
No Candomblé Exu é a figura mais humana dos orixás, senhor do princípio e da transformação. Exu é a ordem, aquele que se multiplica e se transforma na unidade elementar da existência humana. Exu não é totalmente bom, nem totalmente mau, assim como o homem: um ser capaz de amar e odiar, unir e separar, promover a paz e a guerra. Sem ele os Orixás e humanos não podem se comunicar, pois Exu faz o papel de mensageiro com cada um dos demais orixás. Na Umbanda, por sua vez, Exu é o guardião do terreiro e dos médiuns.
Classificação indicativa: LIVRE
FICHA TÉCNICA
Direção: Werner Salles Bagetti
Concepção de roteiro: Werner Salles Bagetti, Weber Salles Bagetti e Victor Guerra
Produção: Rafhael Barbosa
Direção de fotografia: Michel Rios
Assistente de direção: Victor Guerra
Som direto: Weber Salles Bagetti
Montagem: Werner Salles Bagetti e Rafhael Barbosa
Assistente de montagem: Victor Guerra
Animações: Weber Salles Bagetti
Apoio de pesquisa: Thiago Angelin Bianchetti e Zilmar Pinto de Castro
Still e making of: Vanessa Mota
Imagens adicionais: Tato Sales e Werner Bagetti
Reprodução de imagens: Divine Horseman, The living Gods of Haiti de Maya Dereb
Trilha Sonora: Nando Magalhães, Paulinho Pessoa e Weber Salles Bagetti
Mixagem de som: Gil Braga Dantas
Música: Infeste – Composição e execução: Nação Zumbi Gravadora: Deckdisc. Song for Cow-bell – Executada por Bongolo. Licenciada por Herisson Vert. Gravadora: Galaxy Music
Participação Especial: Nilton Resende
Entrevistados: Antropólogo Roberto Mota, Exu Rei (Mãe Edilene), Manoel Papai, Malandro (Marcos Vinicius de Aguiar Rocha), Nilton Resende, Pai Célio de Iemanjá e Pai Manoel do Xoroquê
Produção: Núcleo Zero – Filmes Imperfeitos
Realização: Secretaria de Cultura do Estado de Alagoas, Rede Olhar Brasil – NPD Alagoas, Braskem, Núcleo Zero e Filmes Imperfeitos
Apoio: Secretaria do audiovisual do Ministério da Cultura e Instituto Zumbi dos Palmares
OUTRAS INFORMAÇÕES
Contemplado pelo Prêmio de Incentivo a Produção Audiovisual de Alagoas (2011/2012).
Participação em Mostra e Festival:
III Mostra Sururu de Cinema Alagoano (2012)
Curta Brasília 2013
VI Festival do Filme Etnográfico de Recife
II Festival Théo Brandão de Fotografias e Filmes Etnográficos
Vercine – Festival de Cinema Brasileiro da Baixada Fluminense
Cine Sul – XX Festival Ibero Americano de Cinema e Vìdeo – 2013
Mostra Cine Terreiro
Festival Alagoanes (2021)
PREMIAÇÃO
Prêmio de Incentivo a Produção Audiovisual de Alagoas (2011/2012)
Prêmio de Melhor Fotografia para Michel Rios na 3ª Mostra Sururu de Cinema Alagoano.
Leave a Reply